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Mensagem por kpax em Qui 19 Fev 2009, 18:00

dp de ver noticiarios onde falavam do freeport e consequentemente do nosso pm ser um corrupto épa e o tio tb visto que tem uma empresa que factura 30000 euros por ano e tem um karro de 200000 euros, do magnifico caso dos descontos nos paineis solares onde o estado gastou rios de dinheiro para publicitar ajudas e na realidade nao havia nada a n ser show offf, do "salvamento" da quimonda um dos grandes exportadores, onde ja haviam inventidores chineses americanos enfim......,dos desempregos e assaltos dia apos dia.
onde acham que estas politiquices da treta irao levar portugal??será que haverá outra revoluçao como diziam á uns dias na tv??!! cheers
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Mensagem por ag-nostik em Sex 20 Fev 2009, 04:59

para além de corrupção politica temos agora tb a censura.nem no carnaval de pode brincar com determinadas situações,enfim....país de merda em que vivemos...mais uns ingredientes misturados a todas estas vergonhas a temos assistido e teremos ai de novo um regime salazarista...melhor ainda acho que já começou e começa a ganhar cada dia mais força...o que esses filhos da puta quem chamam politicos precisavam era de uma valente porrada..continuem a optar pelo socialismo,temos futuro....negro mas temos.
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Mensagem por Jigoku em Seg 20 Abr 2009, 11:32

Ide viver para a China, Zimbabwe, Coreia do Norte ou Irão. Lá é que é fixe e tem-se ene de liberdades e tal.
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Mensagem por MadFerIt em Seg 20 Abr 2009, 14:31

Jigoku escreveu:Ide viver para a China, Zimbabwe, Coreia do Norte ou Irão. Lá é que é fixe e tem-se ene de liberdades e tal.

concordo com o que disseste. Em comparação com algúns países vivemos num "paraíso". Acho que os Portugueses estão sempre a criticar quem está no poder, e por vezes conseguem ser ainda mais corruptos e afins. Mas é só uma opinião.

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Mensagem por kpax em Seg 20 Abr 2009, 19:29

s formos a ver kem esta pior do que nos nunka mais evoluimos............pk vai sp haver um que esta pior....foi com algumas pessoas como voces que começou a ditadura
criticar para que ate s estao a fazer boas coisa....lolol kuando nos virmos na bancarrota vams kerer falar e ai ja n vale d nada
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Mensagem por FreezingMoon em Ter 21 Abr 2009, 02:40

eu acho k o estado da naçao ,e o estado da corrupçao...todos os dias so se ve noticias de corrupçao e desvio de dinheiro pro bolso de quem esta o poder nos mais variados casos.

-erros e ma gestaçao quer na saude,segurança,emprego e afins....


pensam k o pais vai sair da crise so pk sim? muitos paises vao superar a crise, nos nao vaoms,pois a direcçao politica que seguimos e a k uns estao a precaver o seu futuro com dinheiro de todos e outros veem o seu futuro hipotecado.

se isto der a bancarrota muito do pessoal k ocupa os cargos e tem mamado, vai fugir de ka k os bolsos cheios e kem nao roubou vai estar arruinado e sem ninguem com capacidade para ajudar... por isso nao se toma medidas necessarias, pk kem as pode tomar ker k se lixe pois se der pro torto ja estao precavidos.

quem ganha balurdios,tem direito a reformas so por uns anitos de mandato,passeia-se em topos de gama sustentados por todos nos e mesmo assim ainda nos rouba e gere as coisas de modo a beneficiar-se dando origem a gestoes danosas nao merece o meu respeito e nem seker me dou ao trabalho de ir as urnas votar num mal menor.
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Mensagem por MarceloN em Sex 15 Maio 2009, 07:05

freezing_moon escreveu:
quem ganha balurdios,tem direito a reformas so por uns anitos de mandato,passeia-se em topos de gama sustentados por todos nos e mesmo assim ainda nos rouba e gere as coisas de modo a beneficiar-se dando origem a gestoes danosas nao merece o meu respeito e nem seker me dou ao trabalho de ir as urnas votar num mal menor.


Se me permites, penso que estás a ter uma péssima atitude, o voto é a única forma de manifestação da nossa vontade nas pessoas que queremos para nos governar, se todos pensarem como tu, o país fica sempre como está. Vota, quanto mais não seja no partido os verdes, ao menos esses pequenos partidos vão ter mais poder para contrariar os grandes, e é através dessas discussões que se vai poder chegar a melhores soluções.
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Mensagem por Quim em Sex 15 Maio 2009, 07:31

O voto é a nossa arma! Esses senhores do poder só abusam porque nunca são castigados nas urnas. Quando chega ao dia das eleições fazem apelo ao "voto útil" ou dizem que só podem governar com maioria.
Sentem-se demasiado seguros.
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Mensagem por FreezingMoon em Sex 15 Maio 2009, 09:02

ate concordo que nao seja a melhor atitude...mas se nao me identifico com ninguem vou votar num mal menor???

pra mim votar em branco ou nao votar vai praticamente dar ao mesmo....

por cada pessoa que vota consiente existem 5 que mal sabem o que vao fazer as urnas...votam no partido do costume e mal sabem quem e sao os candidatos.

parece sureal mas e a verdade...e a populaçao que temos...muita gente idosa que nao esta informada....

eu ja tive num emprego que tinha contacto diariamente com a populaçao (fui carteiro) e e impressionante a desinformaçao das pessoas...
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Mensagem por Quim em Sex 15 Maio 2009, 09:30

Apoio-te em tudo menos no "votar em branco é o mesmo que não votar". Sabes que não. Voto em branco é manifestação contra os políticos e suas políticas mas é um apoio à democracia.
Embora com muitos defeitos a democracia é o melhor sistema de governação existente e não a apoiar é abrir as portas ao fascismo.
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Mensagem por FreezingMoon em Sex 15 Maio 2009, 09:43

concordo.

mas tem sido a minha atitude de protesto.

talvez a mude num futuro proximo.
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Mensagem por FreezingMoon em Ter 22 Set 2009, 02:47

Recorde de 500 mil desempregados registado em Agosto pelo IEFP

No último mês estavam registados 501,7 mil desempregados, mais 144 mil em um ano. Em média, por dia, 400 pessoas perderam o posto de trabalho

Pela primeira vez na história, em Agosto último o número de desempregados registados em Portugal ultrapassou a barreira do meio milhão: há 501 663 pessoas sem emprego, um acréscimo de 144 mil face ao mesmo mês do ano passado, segundo os dados ontem divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Por dia, em média, no último ano, mais 400 pessoas ficaram sem emprego e recorreram aos serviços do Instituto como primeira etapa para "arranjar" outro emprego ou, em alternativa, ter acesso ao fundo de desemprego. Contas feitas, só em Agosto, o tradi- cional mês de férias, o Instituto registou mais 50,7 mil desempregados. Uma média diária de 1690 desempregados.

Os números são impressionantes. À procura de emprego - incluindo os desempregados - estavam, em Agosto, 583 mil pessoas, mais 154,2 mil pessoas (26,4%) do que em relação a igual mês do ano passado. Destes, 37,4 mil procuravam o primeiro emprego e 65 mil tinha menos de 25 anos de idade.

Por regiões, o Norte do País concentra quase metade dos de- sempregados (45% do total). Existem mais 61,6 mil desempregados do que há um ano (terminado em Agosto), mas, em termos relativos, é no Algarve que se regista a maior deterioração no mercado de trabalho: existem 16,7 mil desempregados, um aumento de 100% em apenas um ano. Em Lisboa e Vale do Tejo existem mais 41 mil à procura de novo emprego.

O custo com os subsídios aos "sem emprego" já assume cifras astronómicas. Nos primeiros sete meses do ano, o Estado já gastou 1,13 mil milhões de euros em subsídios de desemprego, um aumento de 235,6 milhões de euros em relação a igual período do ano anterior. Em paralelo, foram gastos mais algumas dezenas de milhões de euros em políticas de apoio ao emprego.

A passagem da barreira do meio milhão de desempregados era esperada. Em meados de Agosto, o Instituto Nacional de Estatística (INE) estimou, com base em inquéritos, a existência de 507,7 mil pessoas sem emprego.

A prazo, o desemprego poderá afectar mais pessoas. É que, esta semana, a OCDE estimou, para Portugal, a existência de mais 100 mil desempregados até ao final de 2010. É o preço da queda da economia - a produção final (PIB) deverá cair 3,9% este ano - com as falências e restruturações das empresas a sucederem-se a um ritmo diário.
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Mensagem por agente_mortadela em Ter 22 Set 2009, 03:25

ag-nostik escreveu:continuem a optar pelo socialismo,temos futuro....negro mas temos.

Não, nem isto que vivemos é socialismo, nem o partido que nos governa é socialista.

freezing_moon escreveu:pra mim votar em branco ou nao votar vai praticamente dar ao mesmo....
(...)
e e impressionante a desinformaçao das pessoas...

Quando votas em branco está a dizer que não concordas com ninguém que está lá e que é preciso que hajam outra ideias e outras politicas, quando não votas está a dizer que és como a maior parte dos ciganos que tão se lhes dá como se lhes deu, desde de que haja vinho e um caçadeira não importa mais nada...

vivemos em sociedade.
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Mensagem por FreezingMoon em Ter 22 Set 2009, 03:35

oh god!!!

ta visto que para a proxima tenho que abrir novo topico...

viste fazer quotes e desenterrar posts meus, ja com meses e meses...e ideias ja mais que debatidas em topicos recentes.

nao sejas tao obcecado com a minha nao ida as urnas!!

repara que acima coloquei uma noticia de hoje,para debate!!!

"Recorde de 500 mil desempregados registado em Agosto pelo IEFP"

a qual decidi englobar neste topico...pois e realmente o estado preocupante da naçao,e que se agrava dia apos dias...
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Mensagem por agente_mortadela em Ter 22 Set 2009, 03:44

yah eu vi a noticia e tudo o resto k foi escrito
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Mensagem por jorge_bighit em Ter 22 Set 2009, 13:42

Nao se esqueçam da educação...No que toca a universidades andamos uma vergonha...Não se dá valor ao talento...
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Mensagem por FreezingMoon em Ter 06 Out 2009, 04:13

É arriscado dever tanto ao estrangeiro

Portugal vive à custa das poupanças externas, do mealheiro dos estrangeiros. Cada vez mais. Isto tem um preço. Pesado, demasiado caro para os contribuintes. Os números, do Banco de Portugal, não sendo alarmantes - não é caso para o FMI "entrar" no País, tal como sucedeu em 1983 -, deixam-nos sérios avisos: para pagar a dívida externa, o País terá de trabalhar durante 386 dias, mais de um ano das nossas vidas.

É a face visível do facto de o Estado, as empresas e famílias viverem, nos últimos anos, bem acima das suas possibilidades. Tudo isto agora agravado com a crise internacional. As empresas são as mais devedoras entre a OCDE e, em média, o montante das dívidas das famílias à banca excede em 30% o seu rendimento anual.

Em linguagem simples, o País está "hipotecado ao estrangeiro". Os bancos, para satisfazer o apetite pelos créditos das empresas e famílias, têm de pedir dinheiro aos banqueiros internacionais; o Estado faz o mesmo. A factura está escrita com cifrões a vermelho. Este ano, em juros, para pagar consumos e comprar o que não produzimos, os contribuintes portugueses vão pagar qualquer coisa como 5,1 mil milhões de euros... um débito anual que chegava para pagar o novo aeroporto de Alcochete ou, em alternativa, o TGV.

É natural que o risco de crédito (rating) da República e dos bancos se degrade. E Portugal passe a pagar mais juros pela sua dívida e os portugueses tenham de pagar mais impostos.

Só há um caminho para sair deste ciclo vicioso: aumentar a produtividade para adquirir mais competitividade, reforçar a poupança e reduzir os gastos à dimensão real do País e dos salários. Para que não tenhamos de pedir emprestado ao estrangeiro o dinheiro que não temos.

O País à espera que o PSD se encontre

O Marcelo Rebelo de Sousa voltou a descer à Terra e incendiou o PSD. Nesta altura, já não restam dúvidas: por muito que queira ficar até Maio, Manuela Ferreira Leite não escapará a um terramoto no partido.

Pedro Passos Coelho, que hoje será esmiuçado pelos Gato Fedorento, está pronto para a luta. Paulo Rangel, o delfim de Manuela, nem responde sobre eventuais disponibilidades. E até Marcelo admite que pode vir a poder entrar na luta.

No meio da batalha, que em breve poderá ser guerra, a líder do partido entrou na campanha autárquica com uma semana de atraso e prometeu oposição forte ao Governo. Diz que o PS teve uma "derrota estrondosa" nas legislativas. E mostra que quem queira estabilidade deve escolher outro parceiro.

Percebe-se a estratégia: como no futebol, o ataque é a melhor defesa. Mas, em bom rigor, o País não pode esperar muito pelo PSD. Seja como frente de oposição seja como parceiro estratégico, a prova de importância do maior partido de oposição é que o País lhe exige um rumo. E era bom que esse rumo fosse escolhido rapidamente - para que o País seguisse, também ele, o seu próprio rumo.
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Mensagem por FreezingMoon em Qui 03 Dez 2009, 14:12

Francisco Balsemão alerta
País vive "santa e militante ignorância" sobre o mundo

O presidente do grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão, defendeu hoje que o país vive numa "santa e militante ignorância" sobre a actualidade internacional, devido ao pouco tempo dedicado à temática pelos media, comentadores e autoridades.

Balsemão falava em Lisboa na apresentação de "Visão Global", livro de José Cutileiro e Ricardo Alexandre, que considerou um contributo na "luta contra a santa e militante ignorância [em Portugal] do que se passa no mundo".

"É reduzido o relevo concedido pelos media, 'opinion-makers' e parlamento em relação às políticas externa portuguesa e internacional", frisou.

Esta ignorância, ressalvou, não é um exclusivo da sociedade portuguesa contemporânea, tendo sido até caricaturada por Eça de Queirós em obras do século XIX, nem um fenómeno unicamente português.

"Uma certa visão paroquial sobrepôs-se, até pela nossa pequenez, ao nosso entendimento sobre a realidade de grande parte do mundo", disse o presidente do grupo Impresa.

Mesmo no tempo da ditadura, a visão que havia do mundo era limitada, até porque a censura fazia com que da União Soviética "não se pudesse dizer bem" e de Espanha, mais próxima ideologicamente, "não se pudesse dizer mal".

O co-autor Ricardo Alexandre, que já há quatro anos faz parceria com o embaixador José Cutileiro no programa de rádio "Visão Global" (RDP), de que resulta o livro hoje apresentado, assume o objectivo de "dar mais mundo ao país".

"Numa altura em que sabemos que a actualidade internacional não é o que mais faz correr as pessoas, [é importante] da parte da RDP haver um programa com estas características", que recorre não só à entrevista e à análise mas também à reportagem no estrangeiro, afirmou.

Para José Cutileiro, a preocupação do livro é "tentar explicar às pessoas problemas importantes da vida internacional sem ter de recorrer ao calão profissional e de ter grandes conhecimentos históricos e sociológicos".

"Tocamos em vários aspectos de política internacional, como as relações entre Europa e os Estados Unidos, as questões do ambiente, política africana. São coisas relativamente simples, na maioria, a questão é saber contá-las", disse à Lusa o diplomata.
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Mensagem por System em Qui 07 Jan 2010, 17:41

Boas, eu acho é k estamos num fantastico pessimo caminho, nada podia estar a correr "melhor", a minha maneira de ver é assim: o país ta roto, ignorante e vigarista, e o zé tuga é burro e pensa k é esperto ao mesmo tempo... o pessoal trabalha pa comer mal e ostentar um bom carro, casa e etc.., os mais ricos aproveitam-se desses otarios viverem assim, porque sabem k mais tard com dois tostoes lhe ir buscar a casa e carro, porque ha-de chegar o dia em k nao vao conseguir ostentar mais, pk n ha tusto nem emprego pa pagar os calotes, ou seja fikam na merda e o rico a rir-se na cara deles.. esta é a mentalidade do zé tuga... mas isto nao para, porque depois o zé tuga vai virar subsidio-dependente e/ou gatuno para continuar a viver, e o rico vai pagar para esses zés tarem em casa e/ou a gamarem-lhe as fabricas e a matar por dinheiro e etc...conclusao: isto é um ciclo vicioso, onde uns desgraçam uns e no fim são desgraçados por esses mesmos a kem ja desgraçaram... é estupido mas é real, o pior de tudo é k isto nao da em nada, so da em degradaçao do pais, da sociedade e da sanidade mental do pessoal, ou seja, vai cada vez ser pior e cada vez mais normal isto acontecer, vai andar tudo aí ao estouro até alguem por travao neste ciclo, e este ciclo so pode ser parado pelo governo, mas para isso ha k mudar, ha k fazer novas leis, mudar politicas e mentaliades ... e isso nunca vai acontecer, plo menos tao cedo, porque o zé tuga é burro e nao muda, os mais velhos nao percebem corno nem nunca hao de perceber nem mudam, os mais novos sao todos "malformados" e tao se a cagar pa tudo e pa todos e "venha é mais um charrinho k tudo passa", e os da geraçao dos nossos pais sao da maior parte dos que pensam "isto ja ta tudo lixado e ja, mas vota-se no mesmo k pode ser k corra bem desta vez"... nao ha volta a dar...
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Mensagem por FreezingMoon em Qui 07 Jan 2010, 18:05

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Mensagem por kpax em Dom 10 Jan 2010, 11:46

VIva ao comunismo e ao país de merda.
a degradaçao do país e devido a politicos que nao passam disso mesmo, pessoas que pensam somente numa forma de poderem meter mais dinheiro ao bolso
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Mensagem por FreezingMoon em Ter 19 Jan 2010, 10:52

1,9 milhões de portugueses vivem com menos de 414€/mês

Portugal mantém o índice de pobreza de 18%, já depois das transferências sociais.

Em Portugal, 1,9 milhões de pessoas vivem com menos de 414 euros por mês, isto depois de receberem as prestações sociais. São pobres e representam 18% da população nacional, segundo os dados do Eurostat relativos a 2007, ontem divulgados. O País mantém o índice de pobreza de 2006 e continua acima da média europeia, 17%. E se compararmos as franjas etárias - os mais novos e os mais velhos -, a diferença da UE é de três pontos para pior.

O índice de pobreza em Portugal tem vindo a descer, tendo-se situado nos 20% em 2004, 19% em 2005 e 18% em 2006. Esta é a primeira vez em que o número de pobres se mantém, segundo contas do Eurostat de 2008 referentes a 2007 - a pergunta é relativa ao ano anterior à realização do inquérito.

Segundo o sociólogo Bruto da Costa, mais importante do que a diminuição do número de pobres no País é a lentidão com que tem vindo a descer. "A questão está em saber se essa redução é satisfatória e, na minha opinião, é claramente insatisfatória", argumenta o presidente do Conselho Económico Social. Bruto da Costa fez as contas e concluiu que, a este ritmo, chegaríamos a 2015 com um índice de pobreza " bastante elevado para os objectivos do Milénio".

Pobre, segundo o conceito da Comissão Europeia, é toda a pessoa que recebe menos de 60% da mediana dos salários do país onde reside, o que em Portugal significa 5800 euros anuais e representa 414 euros mensais, divididos por 14 meses. Este é um valor difícil de alcançar sobretudo para quem tem menos de 18 anos (23% de pobres neste grupo etário) e mais de 64 (22% são pobres). E mesmo quem tem um emprego pode cair numa situação de pobreza, o que acontece com 12% dos empregados portugueses. A média europeia é de 8% dos trabalhadores.

O indicador de pobreza coloca Portugal numa situação melhor do que a Espanha, a Grécia (ambos com 20% de pobres) e a Itália (19%), mas a comparação não pode ser linear, adverte Bruto da Costa, que explica: "As comparações internacionais não podem disfarçar a realidade. O que é importante é perceber o que é que a pobreza significa na cultura portuguesa e o que é possível fazer com os recursos que temos."

É que o Eurostat também revela que 64% dos portugueses não podem pagar uma semana de férias fora da sua residência, quase o dobro da média europeia (37%). Trinta e cinco por cento não têm dinheiro para aquecimento da casa (9% na UE) e nove por cento não têm carro (igual à média europeia). E quatro por cento dos portugueses não conseguem pagar uma refeição com carne, galinha ou o equivalente em legumes, de dois em dois dias. A média dos 27 é bem mais elevada, 9%.
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Mensagem por FreezingMoon em Qua 17 Fev 2010, 17:01

Inscritos nos centro de emprego aumentaram 25,1%

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Portugal subiu 25,1% em Janeiro face ao mesmo mês do ano passado e aumentou 6,8% face a Dezembro.

De acordo com a informação mensal publicada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Janeiro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 560 312 desempregados, mais 112 346 indivíduos do que há um ano atrás.

No final de Janeiro havia mais 35 638 desempregados inscritos do que em Dezembro.

De acordo com o IEFP, o desemprego subiu em ambos os géneros face a Janeiro de 2009, com o número de homens desempregados a aumentar 33,6%, enquanto nas mulheres o valor avançou 18,3%.

Por grupo etário, o aumento do desemprego ocorreu tanto nos jovens (menores de 25 anos), como nos adultos, com subidas de 17,7% e 26,3%, respectivamente.

Quanto ao tempo de permanência dos desempregados nos ficheiros, os inscritos há menos de um ano registaram um crescimento de 23,1%, enquanto que os desempregados de longa duração assinalaram um acréscimo de 29,1%.

A procura de um novo emprego - que justificou em Janeiro o registo de 92,4% dos desempregados - aumentou 25,6% face ao mês homólogo de 2009, enquanto a procura do primeiro emprego subiu 18,9%.

De acordo com a análise dos técnicos do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, mas o aumento percentual mais elevado verificou-se ao nível do ensino secundário, que registou uma subida de 32,8%.

Considerando a actividade económica de origem do desemprego, de acordo com o IEFP, 57,7% dos desempregados inscritos eram oriundos do sector dos serviços, com relevância para as "actividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio" e o "comércio por grosso e a retalho".

Com 38% surgem os desempregados inscritos no sector da indústria, com destaque para a "construção".

Comparativamente a Janeiro de 2009, o aumento do desemprego fez-se sentir de uma forma mais acentuada nas "indústrias extractivas" (mais 50,7%), na "construção" (mais 47,6 por cento) e na "electricidade, gás e água" (com 41%).

Os inscritos no IEFP em situação de indisponibilidade temporária, ou seja, que não reúnem condições imediatas para o trabalho por motivos de saúde, aumentou 13,8% em Janeiro, face ao mesmo mês de 2009, para 13 778 pessoas.

O número de desempregados inscritos como "ocupados" (a frequentarem programas especiais de emprego), por sua vez, aumentou 32,6% para 27153 indivíduos.

O "fim de trabalho não permanente", continua a ser o principal motivo de inscrição dos desempregados, representando 36% dos pedidos efectuados, seguido do motivo "despedido", com um peso relativo de 19,1%.
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